Como o e-commerce se torna estratégia para driblar os preços

Opção - Mais de 30% dos consumidores deverão fazer buscas por materiais escolares em canais digitais, segundo levantamento. (Foto ilustrativa: Freepik grátis)

No retorno às aulas pós-carnaval, o e-commerce deve se consolidar em 2.026 como uma das principais opções para as famílias que buscam ofertas na compra de materiais escolares. Pesquisa do Instituto Locomotiva indica que 39% das pessoas deverão fazer buscas e compras tanto em lojas físicas quanto online. O levantamento mostra também que 16% dos responsáveis poderão utilizar apenas as plataformas de vendas virtuais.

As informações do Instituto apontam que esse movimento surge como uma reação ao cenário econômico do país. A inflação dos artigos de papelaria fechou o ano de 2.025 com alta de 5,32%, valor que superou o IPCA, que encerrou o período em 4,26%. Como os valores desses produtos subiram acima do custo de vida médio no ano passado, os preços chegam em fevereiro com um peso maior, o que força o cliente a buscar alternativas para lidar com a lista de material escolar.

Para Eduardo Esparza, VP General Manager da Tenerity Ibéria e Latam, companhia líder internacional de engajamento que aumenta o valor do relacionamento entre as empresas e seus clientes, a sensibilidade ao preço pode mudar a dinâmica da busca por produtos por parte dos consumidores, o que pode fortalecer o relacionamento dos consumidores com as marcas.

As famílias trocarão de fabricante ou de estabelecimento sem hesitação se encontrarem uma vantagem financeira clara. “Esse movimento pode gerar oportunidades para o varejo online, uma vez que fazer comparações de preços é mais fácil pelas plataformas de e-commerce. Por isso, os varejistas devem investir no fortalecimento de seus canais digitais e na comunicação de ofertas e benefícios, que assumirão um papel central na decisão de compra”, afirma o executivo.

Comportamento do e-consumidor

O cenário indicado pela pesquisa se alinha aos dados do relatório E-Consumidor 2.026, que revela que 57% dos compradores brasileiros priorizam os canais digitais justamente pela competitividade de preços em itens como cadernos, estojos e mochilas.

O relatório também aponta que, além do frete grátis, os programas de benefícios e o cashback figuram como os maiores atrativos para a decisão de compra. Essa tendência abre espaço para que o setor explore novas frentes de engajamento, como o retail media, que permite a entrega de ofertas personalizadas no momento exato do checkout.

A consolidação do retail media será fundamental para equilibrar essa conta. “Ao utilizar espaços estratégicos nas plataformas de vendas online, os varejistas podem gerar renda extra com a criação de espaços publicitários, obter novas oportunidades de compras e estreitar o relacionamento com os consumidores”, conclui o executivo Eduardo Esparza, VP General Manager da Tenerity Ibéria e Latam.

A Tenerity

Trata-se de uma multinacional americana, especializada em Customer Engagement, que vem aprimorando o valor das relações que as marcas têm com seus clientes há pelo menos 50 anos. Atualmente presente em 15 países, incluindo França, Espanha, Reino Unido, Brasil e outros.

Especialista em aumento de retenção e geração de receita incremental, a Tenerity ajuda os seus clientes e-commerces de todos os setores ao redor do mundo, com uma solução inovadora e gratuita a construir relações mais fortes e rentáveis com seus clientes.

Desde 2.012 no Brasil, permite aos e-commerces rentabilizarem e melhorarem suas propostas de valor por meio da receita extra gerada pela monetização da página de confirmação com uma solução de Retail Media.

Fonte: diego.andrade@cdicom.com.br

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