Que tal ampliar a conscientização sobre a leucemia e a doação de medula óssea!? Segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o termo “leucemia” é utilizado para denominar os cânceres das células sanguíneas da medula óssea, que são classificados de diferentes formas, como Mielóide ou Linfóide, aguda ou crônica.
Estimados 11.540 novos casos de leucemia no Brasil em 2.025, o décimo câncer mais frequente no país (excluindo-se o câncer de pele não melanoma). Segundo Liliana Borges, coordenadora do serviço de hematologia na Rede Mater Dei, “o tratamento das leucemias teve uma grande evolução nos últimos anos, permitindo maior eficácia e menor toxicidade, o que tem feito a diferença nas taxas de controle e cura”.
É na medula óssea que são produzidas as células sanguíneas do corpo3 – as leucemias ocorrem quando surge uma mutação genética que provoca a produção desorganizada e excessiva de clones de células que não são normais: as leucêmicas. Quando são células imaturas, chama-se de Leucemia Aguda, as demais são chamadas leucemias crônicas.
Sobre a doação, Liliana adiciona que “o transplante de medula óssea continua sendo uma terapia importante e bastante utilizada em casos específicos após indicação da equipe de hematologia que acompanha o paciente. Infelizmente, as indicações são restritas a idade, comorbidades, resposta ao tratamento, disponibilidade de doador, entre outros. O acesso ao procedimento é outro ponto importante para que ele seja realizado”.
Riscos
A leucemia, em grande parte dos casos, ainda tem sua causa desconhecida, tornando mais difícil sua associação a fatores de risco. Existem, porém, algumas formas de levar uma vida mais saudável, mitigando possibilidades de muitos problemas de saúde, entre eles, cânceres como as leucemias. “Cuidar da saúde, ter bons hábitos de vida, não fumar, não beber, evitar obesidade e exposição a agentes tóxicos são atitudes que favorecem à redução do risco”, explica a hematologista.
Detecção
O diagnóstico precoce, não apenas da leucemia, mas de qualquer tipo de câncer, é estratégia essencial para o maior sucesso no tratamento. Exames simples como um hemograma completo podem levantar suspeitas e levar a outros exames mais específicos – a um diagnóstico. Liliana Borges, coordenadora do serviço de hematologia na Rede Mater Dei, finaliza com o alerta de que “o diagnóstico precoce favorece que o paciente seja tratado com menor potencial de complicações, diferentemente daqueles em que o atraso pode levar a complicações graves como infecções, sangramentos, infiltração de órgãos e alterações metabólicas que dificultam o sucesso da quimioterapia”.
A Mater Dei de Saúde
Trata-se de uma rede de saúde completa, com 45 anos de existência, com o paciente no centro de tudo e ancorada em três princípios: inteligência e humanização como pilares do atendimento; tecnologia como garantidora da excelência – e solidez das governanças clínica e corporativa. Serviços médico-hospitalares estão disponíveis para a família, em todas as fases da vida, com qualidade assistencial e profissionais altamente capacitados e especializados.
A rede está em expansão, com o propósito de levar para mais pessoas o Jeito Mater Dei de Cuidar e de Acolher. A premissa é valorizar a vida dos pacientes em cada atendimento, com o melhor que a medicina pode oferecer.
Unidades
Minas Gerais: Hospital Mater Dei Santo Agostinho, Hospital Mater Dei Contorno, Hospital Mater Dei Betim-Contagem, Hospital Mater Dei Nova Lima, Hospital Mater Dei Santa Genoveva, CDI Imagem e Hospital Mater Dei Santa Clara.
Bahia: Hospital Mater Dei Salvador e Hospital Mater Dei Emec.
Goiás: Hospital Mater Dei Goiânia.
Fonte: isabela.wornunk@fsb.com.br (reeditado).




