Entre os incômodos causados por gripes e resfriados, estão a fadiga e as dores musculares, que afetam diretamente a disposição e até a produtividade em atividades do dia a dia, como o trabalho. Segundo pesquisas, sintomas como estes reduzem em até 74% a produtividade das pessoas. Pensando nisso, Resfenol, marca especialista contra os sintomas da gripe, lista alguns sintomas invisíveis e como eles podem impactar o rendimento durante o dia
Fadiga constante, dores musculares discretas e dificuldade de concentração. São sintomas, muitas vezes subestimados, que podem ser sinais de que a gripe está presente. E trabalhar neste estado pode ser um problema. Estudo publicado no Journal of Occupational and Environmental Medicine revelou que pessoas com gripe confirmada apresentam perda média de produtividade de 67% a 74% entre 7 e 17 dias após o início da doença. Isso representa, em termos práticos, meio-dia de trabalho perdido a mais por semana, quando comparado a outras doenças respiratórias.
A redução de rendimento não se limita a atuação do colaborador quando vai trabalhar mesmo doente. Dados de uma revisão global com 63 estudos mostram que até 75% dos adultos faltam pelo menos um dia de trabalho devido à gripe, com média de afastamento entre 2 e 3 dias, podendo chegar a 9 dias em casos mais graves ou quando há necessidade de cuidar de um dependente hospitalizado.
De acordo com Resfenol, é comum pensar em febre, tosse e coriza quando o assunto é gripe. Mas é justamente os sintomas menos visíveis que mais comprometem a rotina profissional. Outros como: dor de cabeça constante – durante a gripe -, irritação nos olhos, dificuldade de raciocínio rápido (conhecida como “neblina mental”), alterações no sono, falta de apetite e até mudanças no humor pode ser resquício da doença que ainda está no corpo.
De forma geral, é normal, em casos de gripe forte, o rendimento em qualquer atividade cair. O que é preciso é reconhecer e respeitar o período de recuperação, mesmo após o desaparecimento dos sintomas mais intensos. Muitas vezes, muitas pessoas abandonam o repouso e o remédio no primeiro sinal de que o corpo está se recuperando. Mas é importante manter o ciclo completo de indicação do médico para evitar complicações, alerta.
O que pode afetar a rotina
• Dor de cabeça: queixa cada vez mais comum entre profissionais devido à alta exposição às telas. Quando agravada pela gripe, reduz a capacidade de concentração e compromete tarefas que exigem foco.
• Constipação nasal: o nariz entupido costuma aparecer junto às gripes e resfriados, principalmente em pessoas com alergias respiratórias, exigindo cuidados redobrados.
• Cansaço: a fadiga extrema gera dor no corpo, indisposição e lentidão, além de aumentar a propensão a erros.
• Febre: um dos sintomas iniciais mais graves, prejudica diretamente a clareza mental para atividades do dia a dia.
Cuidados iniciais
• Hidratação constante: a ingestão de líquidos ajuda a aliviar a congestão das vias aéreas e evita a desidratação.
• Líquidos quentes: além de hidratar, proporcionam alívio para garganta e nariz. Versões caseiras de chás e soluções orais em sachês são boas alternativas.
• Umidificador no dia a dia: ideal para reduzir o desconforto causado pela secura do ar, tosse e coriza.
• Remédios de ação rápida: analgésicos, antitérmicos, antialérgicos e descongestionantes podem trazer alívio inicial, mas a orientação médica deve ser buscada em seguida.
Fonte: <leticia.marson=bcbiz.com.br@imxsnd111.com>




