Canetas emagrecedoras ampliam atenção para perda muscular e risco de sarcopenia

Peso leve! - Popularização das canetas emagrecedoras amplia o interesse pelos efeitos da redução de peso sobre a composição corporal. (Imagem ilustrativa: Magnific grátis)

A sarcopenia, condição associada principalmente à diminuição da força e a alterações na quantidade ou qualidade dos músculos, deixou de ser uma preocupação restrita ao envelhecimento e passou a ganhar espaço nas discussões sobre emagrecimento. A popularização das chamadas canetas emagrecedoras, medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2, ampliou o interesse pelos efeitos da redução de peso sobre a composição corporal. Embora a perda de massa magra não caracterize, isoladamente, a doença, é importante acompanhar possíveis alterações na capacidade física.

A massa muscular é um importante marcador de saúde e está relacionada ao prognóstico de vida. “Durante o emagrecimento, a redução não ocorre exclusivamente na gordura e, dependendo da velocidade desse processo, da alimentação e da atividade física, também pode comprometer a massa magra. Por isso, não basta perguntar quantos quilos o paciente perdeu, mas o que ele perdeu”, afirma o médico Tácito Sgorlon.

Um consenso internacional de especialistas publicado na revista científica Obesity Pillars recomenda o consumo de 1,2 a 1,5 grama de proteína por quilo de peso corporal ao dia durante o emagrecimento com medicamentos à base de GLP-1, associado à prática de atividade física. A orientação busca preservar a musculatura, especialmente entre pessoas com maior risco de sarcopenia.

A redução do apetite durante o tratamento pode dificultar o atendimento dessas recomendações apenas pela dieta. Quando isso ocorre, a suplementação pode ser considerada como parte do acompanhamento nutricional, de acordo com as necessidades individuais.

Gustavo Cadurim, farmacêutico, CEO e fundador da Yosen, empresa de base científica com origem em pesquisas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FCFRP-USP), ressalta que a indicação deve considerar as características de cada pessoa. “Suplementação não deve ser tratada como uma recomendação automática para quem está emagrecendo. A indicação, dose e escolha dos nutrientes precisam considerar a alimentação, a rotina, as condições de saúde e os objetivos de cada pessoa. Quando a dieta não consegue suprir todas as demandas nutricionais, ela pode ser uma ferramenta complementar”, afirma Cadurim.

Atenção além da balança

Segundo Tácito, a perda muscular não é exclusiva das canetas emagrecedoras e pode ocorrer em outras estratégias, como dietas hipocalóricas. Dificuldade para levantar-se de uma cadeira, subir escadas ou carregar objetos são exemplos de sinais que merecem investigação. A avaliação médica pode incluir exames de composição corporal, testes de força e desempenho físico.

O objetivo do tratamento não deve ser simplesmente perder peso. “É preciso reduzir gordura, preservando o máximo possível de massa muscular, força e funcionalidade. As medicações são ferramentas importantes no tratamento da obesidade, mas precisam estar inseridas em um programa completo que inclua alimentação adequada, proteína suficiente, exercício de força e acompanhamento da composição corporal”, explica Sgorlon.

Na área de desenvolvimento de suplementos, a Yosen também considera a forma como os nutrientes são incorporados às formulações. A empresa trabalha com tecnologias de entrega, como a Ydrosolv®, voltadas à dispersão e à disponibilização de determinados compostos.

Não basta incluir um nutriente em uma formulação. “É preciso entender como esse composto é disponibilizado e de que maneira suas características influenciam a absorção pelo organismo. Esse trabalho envolve estudar propriedades dos nutrientes, a interação entre os componentes e os sistemas capazes de favorecer sua dispersão e disponibilização”, explica Cadurim.

Yosen

Com atuação no mercado de nutracêuticos e soluções voltadas à saúde e qualidade de vida, a Yosen desenvolveu a Ydrosolv®, tecnologia criada por pesquisadores que melhora a forma como o corpo absorve vitaminas e outros nutrientes dos suplementos. A inovação funciona porque os nutrientes são envolvidos por pequenas estruturas lipídicas, chamadas lipossomas, que protegem os ativos ao longo do trato gastrointestinal e favorecem sua absorção.

Com isso, os nutrientes chegam efetivamente à corrente sanguínea, potencializando a biodisponibilidade e contribuindo para maior eficiência das formulações. O resultado desse processo é um melhor desempenho com doses menores, além de reduzir desconfortos comuns em alguns tipos de suplementação.

Atualmente, a marca possui mais de 20 produtos em seu portfólio e atua em diferentes segmentos, como suplementação, farmacêutico, cosmético, veterinário e agro, com desenvolvimento conectado a instituições de pesquisa e participação em projetos fomentados por Fapesp, Finep e CNPq.

Fonte: Yosen robert@phideias.com.br/Phábrica de Ideias – Assessoria de Comunicação.

Compartilhe